Bem-vindo(a)s ao novo site do Instituto JUS BRASIL, redesenhado e ainda em construção. Nossa proposta é construir um portal interativo e coletivo. Desculpem-nos pelos transtornos que possam acontecer nos próximos dias. vai valer a pena!

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3º Congresso Vegetariano Brasileiro

16 a 19 de setembro, em Porto Alegre/RS.

O congresso contará com a participação de mais de 50 palestrantes. Reunindo estudiosos da condição animal, das mais variadas áreas do saber.

Não deixe de participar!!! Esses encontros são fundamentais para impulsionar a necessária mudança nas relações entre os seres humanos e os animais.

Para informações, clique aqui

Princípios de interpretação ajudam o STJ a fundamentar decisões na área ambiental

Em busca de soluções justas e constitucionalmente adequadas para as causas jurídicas nas quais intervém, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem recorrido à aplicação de importantes princípios do Direito Ambiental, dando-lhes uma interpretação mais integrativa e atual. Princípio da solidariedade: Princípio-base do moderno Direito Ambiental, pressupõe a ampliação do conceito de “proteção da vida” como fundamento para a constituição de novos direitos. Para tanto, impõe o reconhecimento de que a vida humana que se protege...

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Saiba como foi o workshop debate sobre direitos animais em Joinville

24 de agosto de 2010

Aproximadamente 65 pessoas de diversas cidades da região participaram do workshop “Novas Diretrizes para os Direitos Animais”, promovido pela Frada (Frente de Ação pelos Direitos dos Animais), no último final de semana, 21 e 22, na Câmara de Vereadores de Joinville.  A palestrante, a advogada Renata Fortes, de Florianópolis, falou sobre sua experiência na área de Direito Ambiental e esclareceu sobre as regras que instituem um sistema legal de proteção, baseado na dignidade dos animais. Segundo ela, a grande virada para quem quer proteger os animais hoje é ter conhecimento das leis. Para continuar a ler, clique aqui

Fonte: FRADA
2010.jpg

Vídeos Direitos Animais

Alguns vídeos apresentam cenas fortes de tortura aos animais, mas todas as imagens...

Conteúdo Jurídico

Espaço para publicação de artigos, links, jurisprudências, decisões monocráticas,...

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O Instituto Jus Brasil atua nas seguintes temáticas: Direitos Humanos, direitos...

Advocacia Neo Humanista

A advocacia em defesa dos direitos fundamentais, praticada pelo Instituto Jus Brasil,...
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  • Hidrelétricas

  • Vegetarianismo e Yoga

  • Sustentabilidade

  • A Terra tem direitos?

RS. Uma calamidade social. Mais de 50 mil pessoas afetadas pelas hidrelétricas

Para Paulo Brack os critérios técnicos das licenças ambientais para hidrelétricas tornam-se letra morta e o órgão ambiental transforma-se em um setor de mera chancela e de subserviência aos interesses puramente políticos e econômicos Por: Graziela Wolfart

“Queremos que se defenda a lei, nem que seja o princípio da razoabilidade, pois o chamado desenvolvimento, agora, já é explicitamente insustentável. Queremos que as empresas e os governos responsáveis por isso tudo tenham que pagar na justiça e tenham o destino que a história lhes reserva”. O desabafo é do biólogo gaúcho Paulo Brack, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line. Na sua visão, as licenças ambientais para a liberação das atividades nas hidrelétricas gaúchas continuam sendo emitidas “muito mais como uma decisão política do que com base em fundamentos técnicos e que deveriam respeitar os marcos legais da área ambiental. A ordem é atender as demandas econômicas mais imediatas”. E acrescenta: “o licenciamento continua sendo forçado a avaliar os empreendimentos de forma isolada, caso a caso, e acaba entrando numa lógica esquizofrênica que consolida a maneira de atender, simplesmente, os ditames dos projetos governamentais e os interesses das empresas. O que vai se perder em biodiversidade parece não interessar mais. Os estudos de impacto consagram-se como uma grande formalidade, tremendamente tendenciosos e de baixo nível técnico, servindo apenas para assegurar a emissão de licenças. É um escândalo, que ninguém mais nega e acaba se tornando fato consumado”.

Paulo Brack é mestre em Botânica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutor em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos. Desde 2006, vem fazendo parte da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio e também representa o Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais – Ingá, no Conselho Estadual do Meio Ambiente do RS – Consema-RS.

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Fonte: IHUonline

vegetarianismo yoga

Vegetarianismo e Yoga

Por Pedro Kupfer

Muita gente se pergunta o porquê da dieta vegetariana que nós yogis praticamos. Às vezes fica difícil discernir os motivos pelos quais o vegetarianismo é adotado sem uma compreensão mais profunda desses motivos. O discernimento e a compreensão são valores fundamentais para exercermos nossa liberdade. O yogi consciente não se torna vegetariano cegamente, porque alguém mandou, ou porque assim se faz há milênios. O yogi consciente adota o vegetarianismo como um corolário do processo de compreensão da realidade da vida e do papel que o homem exerce no planeta.

Este texto tem o propósito de contextualizar a prática do Yoga na cultura hindu, de maneira que a pergunta sobre o porquê do vegetarianismo possa ser devidamente respondida. Ao mesmo tempo, o presente artigo pretende ser uma fonte de reflexão e recursos para aqueles que, havendo incorporado algumas das práticas yogiks em suas vidas, se sintam curiosos ou preparados para darem esse passo em relação à alimentação.

Como pode praticar a verdadeira compaixão aquele que come a carne de um animal para engordar sua própria carne? Maior do que mil oferendas de ghi no fogo sagrado é não sacrificar nem consumir nenhuma criatura viva.'

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479_2" Sustentabilidade é primordial no desenvolvimento da América Latina"

É preciso um plano estratégico com nova visão para interromper a dramática perda de biodiversidade, “que é muito alta em nossa região”, afirma nesta entrevista exclusiva a diretora regional do Pnuma para a América Latina e o Caribe.
BUENOS AIRES, 14 de junho (Tierramérica).- Apesar das crises financeira, climática, energética e alimentar imponham novos desafios, a bióloga colombiana Margarita Astrálaga acredita que pode ser a oportunidade para a América Latina “avançar para um desenvolvimento mais igual e sustentável”. Astrálaga é, desde abril, a nova diretora regional para a América Latina e o Caribe do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Especialista em gestão ambiental e desenvolvimento regional, trabalhou para o governo da Colômbia e depois passou para o Programa de Oceanos e Zonas Costeiras do Pnuma, em Nairóbi.

Terramérica: Quais as dificuldades da América Latina em matéria de desenvolvimento sustentável?
MA: A iniquidade é uma. A região tem a maior brecha entre ricos e pobres. Também as barreiras comerciais dos países industrializados, a transferência de tecnologias inadequadas e as estruturas institucionais débeis que limitam a aplicação de políticas de desenvolvimento sustentável. As atividades produtivas que primam em nossa região são intensivas em recursos naturais e se veem afetadas pela degradação dos ecossistemas. O desenvolvimento depende da satisfação de necessidades baseadas em ecossistemas. Por isso, cremos que a sustentabilidade é primordial para o desenvolvimento da América Latina.

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Esta entrevista foi concedida aos Professores Mércia Helena Sacramento e Adriano J. H. Vieira, durante o seminário comemorativo dos 10 anos do Mestrado em Educação da Universidade Católica de Brasília.
A biologia do amar é o fundamento biológico do mover-se de um ser vivo, no prazer de estar onde está na confiança de que é acolhido, seja pelas circunstâncias, seja por outros seres vivo.
Para continuar a ler, Humberto Romesín Maturana é Ph.D. em Biologia (Harvard, 1958). Nasceu no Chile, estudou Medicina (Universidade do Chile) e depois Biologia na Inglaterra e Estados Unidos. Como biólogo, seu interesse se orienta para a compreensão do ser vivo e do funcionamento do sistema nervoso, e também para a extensão dessa compreensão ao âmbito social humano. É professor do Departamento de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Chile. Prega a Biologia do Amar e do Conhecer para a formação humana. Sustenta que a linguagem se fundamenta nas emoções e é a base para a convivência humana. Fundou, em Santiago, o Instituto de Formação Matríztica, um espaço relacional que favorece a ampliação da compreensão de todos os domínios de existência humana, desenvolvendo estudos sobre a Biologia do Amar e do Conhecer, por meio de cursos, palestras e oficinas de conversações operacionais e reflexivas sobre a Matriz Biológica da Existência Humana.
Esta entrevista foi concedida aos Professores Mércia Helena Sacramento e Adriano J. H. Vieira, durante o seminário comemorativo dos 10 anos do Mestrado em Educação da Universidade Católica de Brasília.
A biologia do amar é o fundamento biológico do mover-se de um ser vivo, no prazer de estar onde está na confiança de que é acolhido, seja pelas circunstâncias, seja por outros seres vivo.
Para continuar a ler,Humberto Romesín Maturana é Ph.D. em Biologia (Harvard, 1958). Nasceu no Chile, estudou Medicina (Universidade do Chile) e depois Biologia na Inglaterra e Estados Unidos. Como biólogo, seu interesse se orienta para a compreensão do ser vivo e do funcionamento do sistema nervoso, e também para a extensão dessa compreensão ao âmbito social humano. É professor do Departamento de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Chile. Prega a Biologia do Amar e do Conhecer para a formação humana. Sustenta que a linguagem se fundamenta nas emoções e é a base para a convivência humana. Fundou, em Santiago, o Instituto de Formação Matríztica, um espaço relacional que favorece a ampliação da compreensão de todos os domínios de existência humana, desenvolvendo estudos sobre a Biologia do Amar e do Conhecer, por meio de cursos, palestras e oficinas de conversações operacionais e reflexivas sobre a Matriz Biológica da Existência Humana.
Esta entrevista foi concedida aos Professores Mércia Helena Sacramento e Adriano J. H. Vieira, durante o seminário comemorativo dos 10 anos do Mestrado em Educação da Universidade Católica de Brasília.
A biologia do amar é o fundamento biológico do mover-se de um ser vivo, no prazer de estar onde está na confiança de que é acolhido, seja pelas circunstâncias, seja por outros seres vivo.
Para continuar a ler,Humberto Romesín Maturana é Ph.D. em Biologia (Harvard, 1958). Nasceu no Chile, estudou Medicina (Universidade do Chile) e depois Biologia na Inglaterra e Estados Unidos. Como biólogo, seu interesse se orienta para a compreensão do ser vivo e do funcionamento do sistema nervoso, e também para a extensão dessa compreensão ao âmbito social humano. É professor do Departamento de Biologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Chile. Prega a Biologia do Amar e do Conhecer para a formação humana. Sustenta que a linguagem se fundamenta nas emoções e é a base para a convivência humana. Fundou, em Santiago, o Instituto de Formação Matríztica, um espaço relacional que favorece a ampliação da compreensão de todos os domínios de existência humana, desenvolvendo estudos sobre a Biologia do Amar e do Conhecer, por meio de cursos, palestras e oficinas de conversações operacionais e reflexivas sobre a Matriz Biológica da Existência Humana.
Esta entrevista foi concedida aos Professores Mércia Helena Sacramento e Adriano J. H. Vieira, durante o seminário comemorativo dos 10 anos do Mestrado em Educação da Universidade Católica de Brasília.
A biologia do amar é o fundamento biológico do mover-se de um ser vivo, no prazer de estar onde está na confiança de que é acolhido, seja pelas circunstâncias, seja por outros seres vivo.
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gd_manancial_piloesA Terra tem direitos?

Por Leonardo Boff *

O que importa não é a salvação do status quo, mas a salvação da vida e do sistema Terra. Esta é a nova centralidade, que redefinirá os rumos da política, afirma neste artigo o teólogo Leonardo Boff.

RIO DE JANEIRO, 8 de março (Tierramérica).- Não existe no mundo uma representação política dos interesses da humanidade e da Mãe Terra que tutele sua proteção natural e cultural. Há séculos, vivemos sob a jurisdição dos Estados-nação, com suas particulares soberanias e autonomias. Como os problemas se tornam mais e mais globais, esta configuração política é insuficiente para oferecer as soluções necessárias.(...)

Vivemos um momento da história em que está em jogo nosso futuro comum. O encadeamento de crises e especialmente a questão ecológica podem originar uma tragédia de enormes proporções, que impõe a urgente adoção de medidas. O orçamento para isso é uma referência comum, um conjunto de valores, princípios e inspirações que ofereçam um fundamento ético e político à comunidade mundial. O que importa não é a salvação do status quo, mas a salvação da vida e do sistema Terra. Esta é a nova centralidade, que redefinirá os grandes rumos da política.

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Objetivos do Milênio: Os Estados não devem ignorar os direitos humanos nas iniciativas para pôr fim à pobreza Anistia Internacional

Código da Motoserra - Um Código Florestal que incentiva desmatamento, anistia de crimes, fim da função social da terra e troca de florestas por interesses políticos. Eis o resumo da proposta ruralista - PARTICIPE DO CIBERATIVISMO - Greenpeace

Mudança no Código Florestal pode resultar no desmatamento de 80 milhões de hectares - Correio Braziliense

Vanguarda Abolicionista e apoiadores protestam contra a Expointer - Vanguarda Abolicionista

   
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Fórum Socioambiental

O Instituto Jus Brasil disponibiliza assessoria pro bono para as entidades parceiras.

Para saber como participar, envie um email para: contato@jusbrasil.org.br, com o título "forum_socioambiental".